ecommerce B2C e C2C

Além de B2C, conheça o e-commerce B2B e C2C

O tradicional e-commerce empresa para cliente (B2C) não é a única forma de aproveitar as possibilidades do comércio eletrônico.

O e-commerce entre empresas (B2B) ou entre consumidores (C2C) também são possibilidades a serem exploradas. Aproveitando todas as possibilidades e funcionalidades do comércio eletrônico.

Que possibilita unir pessoas ou empresas que possuam os mesmos interesses e gerar relações lucrativas a partir disso.

E-commerce B2B: ainda pouco conhecido, mas muito lucrativo   

Somente em 2019, a expectativa do mercado era de movimentar R$2,39 trilhões em comércio eletrônico do tipo B2B.

E o destaque na movimentação é sem dúvidas das commodities agrícolas e minerais que movimentou 15,2% dessa quantia.

Tais transações são feitas em marketplaces fechados, onde indústria e suas cadeias produtivas movimentam o comércio virtual. E se você acha que esse mercado que fatura tão alto já está saturado, está enganado!

O e-commerce B2B ainda possui muito espaço para sua expansão. Mesmo que outros segmentos da economia sofressem com crise econômica, a expansão seguia tímida, apresentando crescimento quando comparado ao ano anterior.

Mercado C2C: você provavelmente já comprou nele

Se você já fez uma compra no Mercado Livre, ou em qualquer site em que um vendedor estava disponibilizando seus produtos, você já fez uma transação C2C.

O mercado C2C caiu no gosto do Brasileiro nos últimos anos. E se tornou cada vez mais comum a compra de itens em plataformas como OLX e Mercado Livre, onde um consumidor disponibiliza seu produto para outro consumidor.

Para se ter uma ideia, atualmente o Mercado Livre conta com mais de 200 milhões de usuários, entre pessoa física e jurídica.

Se inserindo nesses mercados

Atualmente estamos enfrentando um momento de crise financeira, causado pela necessidade de afastamento social.

Que acaba gerando como resultado uma grande diminuição nas compras físicas, uma vez que todo o comércio não essencial precisa estar fechado.

E por isso mesmo, é hora de toda empresa e comerciante se reinventar e usar a tecnologia a favor de sua sobrevivência no mercado.

O que certamente fará com que, os empresários mais criativos migrem de seus meios de venda para atingir novos públicos.

É o caso por exemplo, de pequenos produtores rurais/alimentícios que são habituados a trabalhar e vender toda sua produção para outras empresas. Sair, mesmo que parcialmente do B2B e migrar nesse momento para o B2C é uma estratégia inteligente.

Ter seu próprio e-commerce para falar diretamente com o cliente e gerar mais vendas, aumentando inclusive a margem de lucro é uma estratégia inteligente para sobreviver no mercado durante e pós pandemia.

Tendo em vista que, esse é o tipo de produto que a maior parte das pessoas consomem. No entanto, em cenário de pandemia os preços nos supermercados dispararam e o consumidor se vê refém.

Ao perceber que existe um produtor oferecendo máxima qualidade, entrega em sua residência e compra online, não há motivos para o consumidor continuar indo ao supermercado.

Além disso, essa migração do produtor acaba ajudando na cadeia de distribuição de alimentos e produtos que normalmente acabam faltando nesse período.

Sendo uma nova posição de mercado extremamente inteligente e eficaz. Que evita o desperdício dos itens produzidos e garante uma nova oportunidade de mercado.

E-commerce: uma alternativa para pequenos e médios

Mesmo em momento de crise, os pequenos e médios empresários precisam perceber a importância de ter seu próprio e-commerce.

Especialmente agora, em que o mundo foi surpreendido por um vírus que gerou a necessidade de afastamento social.

E somente as empresas que estavam atuando em meio digital puderam continuar a realizar suas vendas e entregas.

Ao perceber esse cenário, se entende a importância de manter seu negócio online, 24 horas por dia e durante todos os dias do ano.

A Multiplica Digital te ajuda a ter um e-commerce profissional e que atraia seus clientes. Utilizando sempre a comunicação assertiva e estratégias de posicionamento da sua marca a seu favor.

O e-commerce é mais do que nunca uma necessidade. Projetando sua marca para centenas de clientes diariamente, pessoas que provavelmente não passam em frente a sua loja física.

Mas que são consumidores potenciais e que podem estabelecer uma longa relação de compra. Desde que sua marca saiba atrair e se posicionar de maneira relevante para esses clientes.

vendas por wpp e insta

Vendas por WhatsApp e Instagram Integradas ao Site. Expanda seu Negócio!

Já acessou um site em que aparecia o ícone do WhatsApp para clicar e conversar com um atendente? Esse tipo de iniciativa está ganhando cada vez mais força nos sites.

Tendo em vista que as pessoas buscam esclarecer dúvidas na hora de adquirir seus produtos. Visando sempre evitar que a compra gere arrependimentos.

Por isso mesmo, um atendimento mais humanizado por WhatsApp ou Instagram é uma boa alternativa de investimento das marcas para expandir o negócio.

O WhatsApp é o aplicativo de mensagens mais instalado e usado de todos os tempos. Por isso, integrar seu site ao app para potencializar as vendas é uma estratégia inteligente.

Assim como integrar o Instagram ao site, para que os clientes possam ver novas fotos dos produtos e também visualizar conteúdo relevante sobre a marca nesse canal é importante.

De maneira que o cliente possa em poucos cliques, ter diferentes perspectivas sobre a empresa. Criando laços mais rapidamente e sendo bem atendido em qualquer canal de comunicação.

Esse tipo de facilidade contribui para que a venda seja concretizada e o cliente se apaixone por sua marca.

Instagram: uma vitrine online

É possível adicionar o feed do Instagram em seu site, de maneira que ele seja exibido como uma verdadeira vitrine. Podendo ficar na lateral da página conforme o cliente vai conhecendo os produtos e o que a marca tem a dizer.

Acontece justamente que, essa vitrine totalmente visual aguça a curiosidade quando criada com esse propósito. Incentivando a pessoa a clicar e conhecer mais sobre a marca.

O que naturalmente poderá gerar a venda com mais facilidade. Uma vez que o cliente poderá visualizar aplicações do produto na vida real.

Além disso, essa integração permite que o site tenha mais fotos de diferentes ângulos e perspectivas sobre o mesmo item. 

Por ser uma rede social em que o produto está sendo exibido em seu uso, o cliente tende a ser cativado pelas fotos que demonstram o item desejado.

E também poderá sanar sua curiosidade sobre os comentários feitos por outros clientes no Instagram da marca. O Instagram permite criar um lifestyle de acordo com o público da marca, gerando identificação entre os clientes e produtos.

E como já falamos aqui no blog, as fotos bem executadas são fundamentais para que os posts te ajudem a vender mais.

 

Leia também: Como tirar fotos boas do seu produto para redes sociais

 

WhatsApp integrado: uma poderosa ferramenta de venda

O WhatsApp é uma poderosa ferramenta de venda. Através da versão Business do app, sua empresa pode colocar catálogo de produtos disponível em poucos cliques.

Além de poder enviar diversas formas de mensagem: em texto, áudio, vídeo e até mesmo fazer ligações para os clientes.

O que possibilita uma interação muito próxima, capaz de humanizar essa relação e com a proximidade, fechar a venda com o cliente. Uma vez que será possível realmente entender a demanda e ofertar um produto que irá solucionar o problema desse consumidor.

Algo que de fato agrega valor ao cliente e o fideliza. Diferentemente de uma compra que foi feita por impulso ou que não satisfez.

Também é um espaço de feedback

Além de ser um espaço que otimiza as vendas, dar múltiplos contatos de atendimento humanizado para seu cliente abre espaço para o feedback.

Algo que é fundamental para as marcas. Tendo em vista que, quando o cliente se sente ouvido e valorizado, isso é importante para a marca.

É por isso que grandes empresas têm feito como a Avon, que lançou a campanha “#QualVaiSer?” baseado nos feedbacks negativos de suas consumidoras. Melhorando a experiência delas e valorizando sua opinião.

O que gera fidelização a marca pelo sentimento que desperta no consumidor de pertencimento. Ao perceber que ele é ouvido pela empresa que gosta e suas necessidade são atendidas.

Por isso, ter canais que possibilitam o feedback e a resolução de problemas é fundamental como posicionamento de marca.

E se você quer integrar Instagram e WhatsApp ao seu site para potencializar as vendas, usando as estratégias certas, conte conosco! A equipe Multiplica Digital está sempre preparada para te atender.

diferença geracional

Você sabe como lidar com seu público? Diferenças geracionais e experiência do consumidor

O que sua empresa tem feito para lidar com consumidores de diferentes faixas etárias? Saber lidar com o consumidor de diferentes gerações é importante para que todos sejam bem tratados e se sintam valorizados por sua empresa.

De maneira que a experiência do consumidor seja sempre a melhor possível. Contribuindo para que, a partir disso a sua empresa seja capaz de crescer e se manter financeiramente fortalecida.

Diferenças geracionais no público não são um problema

Muitas empresas pensam que a diferença geracional de seu público é um problema com o qual lidar. Que ter um público mais maduro significa que essas pessoas não estão disponíveis nas redes sociais para serem atingidas.

Mas a verdade é que estão enganados! De acordo com estimativas do IBGE o público com mais de 60 anos será um quinto da população brasileira daqui 10 anos.

Baseado no fato de que hoje, o público com 60 anos ou mais já representa 30 milhões de brasileiros. Um público que muitas vezes se sente rejeitado, não encontrando cursos, produtos e até mesmo roupas destinadas às suas necessidades.

Saber se comunicar com esse público é um grande diferencial para a sua marca. Tendo em vista que são pessoas donas de sua própria renda e decisões.

E saber identificar suas necessidades para atendê-las é um enorme diferencial competitivo dadas as necessidades e tamanho desse público.

Os mais jovens também apresentam necessidades específicas de atendimento, mas em geral, todo público deseja ser bem atendido e ter suas questões resolvidas pela marca. Conheça algumas diferenças entre as gerações!

Baby Boomers 

Nomenclatura que compreende o grupo dos nascidos entre 1946 e 1964, em geral, são um público que deseja maior atenção e atendimento mais humanizado.

Ao atender esse consumidor, é importante fortalecer a relação, principalmente se o atendimento for olho no olho, passe confiança e credibilidade no que diz. Eles são clientes exigentes, procure sempre usar simpatia no atendimento e entender suas necessidades.

Geração X 

Nascidos durante 1965 e 1980, esses clientes já gostam mais de tecnologia e possuem afinidade com ela.

É o cliente que poderá comprar online ou que no mínimo irá fazer uma ampla pesquisa sobre o produto e a marca antes de fechar a compra.

Geração Y 

Nascidos entre as décadas de 80 e 90, representam um público com senso de justiça social e tendência a engajamento com causas sociais e ambientais.

Em geral, buscam que as empresas partilhem esse mesmo posicionamento e estão sempre conectados.

Geração Z 

Representada pelos nascidos a partir de 2000 eles são os nativos digitais, que não conhecem o mundo antes da internet. Por isso, estão sempre conectados e habituados com as estratégias das empresas para se comunicarem com esse público.

Ofereça múltiplos pontos de contato

Se o público atendido por sua marca possui grandes diferenças geracionais, a solução é identificar quais são os canais de comunicação preferidos do seu público.

E com base nisso, disponibilizar canais de atendimento que possam suprir as necessidades de seus clientes.

Quando a empresa entende que, online ela é capaz de atender a todos os públicos inclusive os mais idosos e que, deve manter alguns outros canais para atender com excelência a todas as demandas dos clientes, o investimento em canais de atendimento passa a ser mais assertivo.

Mais que isso, é necessário oferecer suporte e agilidade em todos os pontos de contato. Afinal, é preciso que o cliente se sinta bem atendido.

O atendimento humanizado é uma tendência

O atendimento humanizado sempre é valorizado, independente de qual seja a idade da pessoa em atendimento. Todo cliente tem a necessidade de se sentir bem tratado e compreendido.

Sem que o atendente compreenda a solicitação não há como chegar a uma solução benéfica para o consumidor.

Por isso mesmo, investir em atendimento especializado e humanizado é uma forma inteligente de agradar aos clientes de todas as idades.

E mesmo que o objetivo seja automatizar processos como, oferecer um e-commerce com belas fotos dos produtos para que o cliente se resolva sozinho, ter um chat de atendimento é uma boa ideia.

Assim, o cliente pode esclarecer dúvidas obtendo respostas para suas questões e garantir que, a compra será feita com mais confiança entre o cliente e a marca.

Possibilidade de segmentar

Conhecendo as diferenças entre os públicos você pode segmentar a comunicação da sua marca de acordo com o objetivo a ser alcançado.

De maneira que as estratégias de comunicação alcancem a parcela do público que é pretendida naquela ação.

Seu foco sempre deve ser em uma ou no máximo duas gerações para que a comunicação seja feita sem conflito de informações.

Bom atendimento é fundamental

Toda a equipe de atendimento precisa entender que deve oferecer um atendimento repleto de empatia. Sempre livre de apego a estereótipos e baseado na necessidade daquele cliente.

De maneira que o cliente se sinta valorizado e bem atendido. E para tal, é preciso que a equipe de atendimento tenha incentivos e treinamentos.

E quando se trata de marketing digital e entendimento do seu público nas redes sociais, é preciso deixar o conteúdo na mão de especialistas como a equipe da Multiplica Digital.

Assim, o seu público estará sempre em boas mãos, garantindo a fidelização a partir das melhores estratégias para atingir todas as gerações de clientes.

Porque as redes sociais vêm melhorando o diálogo e o posicionamento das marcas quando o trabalho executado é sério e comprometido com resultados.

Assim, todo o seu público recebe o tratamento merecido, independentemente de qual seja a idade dele.

vender-nas-redes-sociais

Dicas para quem quer começar a vender seu produto nas redes sociais

Está pensando em aproveitar a redes sociais para divulgar seu produto? Vender online já é a realidade da maioria das empresas. 

E quando não existe orçamento disponível para investir em montar um e-commerce, um bom trabalho nas redes sociais pode ajudar.

Alavancando as vendas e marcando presença com seriedade e profissionalismo. Que é exatamente o que faz toda a diferença para impactar positivamente e gerar vendas.

Pensando nisso, separamos várias dicas que vão fazer a diferença na hora de vender seu produto nas redes sociais, confira!

Separe o pessoal do profissional

Um grave erro que pode arruinar a sua divulgação de produtos é misturar o pessoal com o profissional.

Não cometa esse erro em momento algum! As redes sociais que você usa para divulgar a sua empresa não podem ter fotos e conteúdos pessoais.

Se você está cometendo esse erro, crie sua página profissional hoje mesmo. E a partir das dicas que vão se seguir, você irá implementar estratégias para ter um melhor desempenho na página.

Conheça seu público

Se a sua página já está funcionando, é importante dar uma boa olhada em quem são as pessoas que te seguem. Caso o maior público seja de amigas e pessoas conhecidas, saiba que se essas pessoas não compram em sua empresa, elas não servem de parâmetro.

O público online em geral, não é exatamente o mesmo público que segue você nas redes sociais e compra por lá. É importante perceber o que essas pessoas gostam e buscam, para que seu conteúdo seja voltado para essas pessoas. 

Se você já está vendendo online e não está tendo os resultados esperados, vale a pena investir mais em fazer conteúdo para agradar ao público.

De maneira a conquistar a atenção de seus seguidores. O que aumenta o número de pessoas em sua página e também irá atrair novos seguidores.

Cabe até mesmo dizermos que a chave das vendas online é conhecer seu público. Porque a partir disso, é possível entender os gostos dessas pessoas e ofertar o produto certo para atender a demanda delas.

Não tem público definido ainda? Olhe a concorrência

Se você está iniciando a sua página agora e não tem ideia de como fazê-lo, se inspire na concorrência.

Olhando seus concorrentes diretos com análise crítica é possível entender o que fazer para agradar ao público e atrair essas pessoas para a sua página.

Sendo possível até mesmo entender quem é o público que está disponível para ser atraído. Quais são os gostos dessas pessoas e como conquistar cada uma.

Tenha ritmo e poste periodicamente

Não adianta postar uma coleção inteira de produtos em um só dia. Ou postar durante um mês e desativar dois.

A sua rede social profissional precisa de atenção e tempo. Postar periodicamente, fotos com qualidade como já ensinamos aqui no blog é importante.

As fotos precisam ser boas para vender o seu conteúdo, atraindo seus clientes para a página e gerando o desejo por compra.

E se você está se perguntando se vale a pena investir tanto tempo e atenção, saiba que segundo estudo da PwC, mostra que 77% dos brasileiros são influenciados a comprar produtos através das redes sociais.

Ou seja, um trabalho bem executado nas redes sociais é capaz de te dar o retorno desejado e garantir boas vendas.

Use a criatividade

Online, você está disputando a atenção do seu público com várias outras atividades interessantes. Por isso, é importante usar a criatividade e bom gosto para atrair o olhar do público para o que a sua marca tem a dizer.

O que torna ainda mais importante conhecer esses seguidores e entender o que eles gostam para ofertar justamente esse tipo de conteúdo.

Conte com especialistas

Se você quer redes sociais impecáveis, mas não tem tempo para dedicar a este trabalho Multiplica Digital cuida de tudo para sua empresa.

Garantindo um conteúdo original e de altíssima qualidade, pensado para atender as demandas do seu público.

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Sebrae divulga ações para minimizar o impacto da COVID-19 nos pequenos negócios

O Sebrae realizou uma pesquisa com mais de 9 mil empresários para mensurar o impacto do coronavírus nos pequenos negócios. Com os dados obtidos, foram propostas ações que podem minimizar o impacto que o cenário atual vem causando nas empresas. Confira abaixo as ações propostas.

Varejo Tradicional

  • Adaptar o negócio para entrega direta ou serviço de delivery.
  • Manter contato com clientes através de canais digitais, oferecendo serviços e mantendo a lembrança do seu negócio viva na mente do consumidor.

Moda

  • Aposta em serviços complementares, com entrega e provador delivery.
  • Mantenha sua rede social atualizada, divulgando novos produtos e serviços.
  • Para confecções, a sugestão é renegociar com fornecedores e clientes. Busca por futuros contratos de produção e a formação de um fluxo de caixa mínimo para compensação futura.
  • Produção de roupas e acessórios para proteção de profissionais de saúde. Tomando os devidos cuidados com as normas de produção desses produtos.

Serviços de Alimentação

  • Divulgação de cardápio em redes sociais.
  • Ressaltar cuidados com a higiene que estão sendo tomados para evitar o contágio dos consumidores e funcionários.
  • Venda de vouchers com descontos para quando o seu estabelecimento reabrir.
  • Avalie aderir à redução de jornada ou suspensão de contratos de trabalho permitida a partir da MP 963.

Construção Civil

  • Com as pessoas em casa, elas podem sentir a necessidade ou queiram fazer pequenas reformas ou troca de mobiliário.
  • Mantenha comunicação com o cliente, assim você será lembrado caso essa necessidade surja.

Beleza

  • Intensificação de canais digitais (Tik Tok, Instagram, Whatsapp, Facebook, etc) e aplicativos de venda.
  • Mantenha o contato com os clientes enviando dicas de beleza, ofertas, curadoria de influencers com assunto interessantes.
  • Venda delivery de cosméticos home care e kits de produtos que atendam as necessidades das clientes.

Logística e Transporte

  • Inserção de mais restaurantes e bares nas plataformas de venda e entrega.
  • Motoristas de aplicativo podem passar a fazer entregas para que não fiquem parados em tempos de quarentena.

Oficinas e Peças Automotivas

  • O aumento da utilização de delivery pode manter a procura de peças de motocicletas em alta por determinado período.
  • Incentive e adote o serviço de entregas por delivery, além do serviço de encomenda e retirada no local.

Serviços de Saúde

  • Farmácias: Devem garantir o suprimento de medicamentos mais procurados e material de proteção individual. Além de colaborar para a educação em saúde e o gerenciamento colaborativo com hospital e unidades de saúde pública.
  • Serviços de Saúde não emergenciais: Aproveite o período de menor procura para organizar controles financeiros; custos fixos e variáveis, adaptando à redução temporária da demanda. Identifique aquilo que pode ser reduzido, como plano de internet, telefone, consumo de energia, água e insumos para os atendimentos que porventura ocorram. Avalie a possibilidade de aderir à telemedicina ou serviços online em geral.

Serviços Educacionais

  • Escolas que não possuem plataforma de ensina a distância devem analisar a possibilidade de uso em caráter emergencial. Encare isso como uma oportunidade para o futuro.
  • Escolas podem se mobilizar, por meio de suas organização representativas, para possíveis negociações relacionadas à redução de mensalidade.
  • Atentem para a medida que permite a suspensão e redução das jornada com compensação por parte do governo (MP 963).

Turismo

  • Fortalecer a estratégia de venda antecipada, com ampliação do período a ser comercializado e flexibilização de tarifas.
  • Importante organizar uma atuação integrada das governanças dos destinos turísticos na realização de campanha com foco em vendas futuras.
  • Articulação com canais de venda para fortalecimento da imagem dos destinos turísticos, ampliando as possibilidades de conversão.
  • Adesão à campanha Compre do Pequeno, realizada pelo Sebrae.

Artesanato

  • Repense as expectativas de venda, evitando compras desnecessárias.
  • Caso trabalhe com encomendas, negocie o pagamento à vista.
  • Renegocie prazos e pagamentos de fornecedores em caso de contas em aberto.
  • Reduza sua oferta, priorizando os artigos com boa margem de lucro e o uso do estoque acumulado, evitando novas compras.
  • Se vocês já trabalha com sistemas de entrega, amplie esse foco. Caso não, implante rapidamente com auxílio de aplicativos, redes sociais e parcerias especializadas.

Industrias de Base Tecnológica

  • Nesse momento de baixa, analise a possibilidade de alterar sua produção para fornecer produtos hospitalares mais demandados, como respiradores e materiais para leitos de UTI.

Pet Shops e Serviços Veterinários

  • Aposte em parcerias com aplicativos de entrega.
  • Mantenha o relacionamento com o cliente através das redes sociais.
  • Aumente a comercialização por meio de plataformas digitais.

Economia Criativa (Eventos e Produção)

  • Transforme eventos presenciais em transmissões online ou distribuição de conteúdo via serviços de streaming.

 

Dica Multiplica

O momento pede mais foco nos plataforma digitais, mas tome cuidado com sua comunicação. Não se utilize do tom de vitimização ou abuse do tema COVID-19 se esse não tiver relevância para o seu tipo de produto e serviço. Seja sensível e claro na sua comunicação, esteja atento às mudanças de cenário. Esteja à disposição do seu cliente, mas evite estar sempre vendendo.

Esse é o momento em que as pessoas vão lembrar da sua marca pela forma como você se posicionou. Aproveite para gerar uma imagem positiva e amigável da sua empresa, através do cuidado com seus funcionários e clientes.

Within - retail pulse

Análise de Mercado by Within

A Within, empresa de marketing baseada em Nova York e que trabalha com marcas como Facebook, Adidas e Hugo Boss, está monitorando os efeitos do COVID-19 no comércio eletrônico. Usando dados de uma amostra de clientes, estão acompanhando as tendências ano a ano em receita de comércio eletrônico, gastos com anúncios e taxa de conversão em relação ao período de referência pré-COVID.

Como ler os gráficos

Os gráficos ilustram o desempenho dos setores agora em relação aos períodos de referência pré-COVID. Portanto, se o setor subisse 10% YoY (ano a ano) antes do COVID-19, e o setor agora caísse 15% YoY, seria reportado uma queda de 25% em relação ao período de referência.

Esses dados são baseados nos dados primários de clientes da Within no comércio eletrônico dos EUA. A Within gerencia mais de US $ 500 milhões em gastos com mídia para startups de rápido crescimento e empresas listadas na Fortune 100. Seus parceiros geram coletivamente mais de US $ 5 bilhões em receita de comércio eletrônico. Os clientes foram colocados em suas respectivas verticais para esses gráficos, e alguns clientes aparecem em mais de uma vertical. Por exemplo, uma marca de moda omnichannel, seria agrupada nos setores omnichannel e moda. Um cliente de tamanho médio tem as seguintes métricas diárias: 100 mil sessões, 1900 transações, receita de US $ 350 mil.

Clique nas setas para os lados para ver as estatísticas sobre Omnichannel, comércio eletrônico Pure-Play*, moda, itens essenciais e luxo.

*Uma empresa de Pure-Play é uma empresa que se concentra apenas em um determinado produto ou atividade. As empresas Pure-Play ou se especializam em um nicho específico ou têm pouca ou nenhuma integração vertical.

Sábado, 11 de abril de 2020

Data da última atualização de mercado da Within.

 

Estratégias para um novo cenário – Adote uma postura ofensiva

Embora possa ser tentador conservar o dinheiro de forma conservadora para resistir à tempestade com segurança, essa estratégia pode impedir o sangramento, mas não ajudará sua empresa a recuperar lucros perdidos. Seus custos marginais estão mais baixos agora do que podem ser novamente. Agora é a hora de explorar diferentes estratégias e canais para ganhar uma participação maior de voz no mercado em comparação à concorrência.

Se você puder, esse também é um ótimo momento para procurar marcas para comprar ou adicionar ao seu conjunto de produtos. A diversificação com produtos de empresas concorrentes ou cujos negócios são complementares aos seus ajudará você a gerar mais tráfego.

Além disso, o desempenho do e-mail no momento gera receita e conversões constantemente altas em comparação com outros canais de marketing. Depois de ser agressivo com a aquisição de produtos, seja agressivo com o marketing por e-mail. Uma das melhores maneiras de fazer isso é criar (ou expandir) um programa de fidelidade do cliente. Essa é uma ótima maneira de obter mais endereços de e-mail, devolvendo aos clientes que talvez não tenham o poder de compra que possuíam.

Após ser agressivo com o e-mail e definir seus principais clientes, estabeleça um programa de fidelidade. É um ótimo momento para dar às pessoas. Portanto, se as pessoas comprarem com você, você poderá receber 10% de volta. Inicie um programa de fidelidade ou examine a expansão ou alteração do que você está fazendo.

OMNICHANNEL

As marcas Omnichannel são tiveram um grande começo de fim de semana na sexta-feira (10), atingindo + 19% da receita ontem. O domingo passado marcou o melhor dia que esta vertical teve desde que começamos a rastrear, por isso será interessante ver se eles podem definir uma nova marca alta hoje.

ECOMERCIO PURE-PLAY

A vertical do comércio eletrônico pure-play continua sua ascensão atrasada, atingindo altas recentes em receita (-19%), taxa de conversão (+ 6,9%) e gasto no Facebook (+ 6,7%).

MODA

As marcas de moda registram dias fortes consecutivos, atingindo + 4,6% da receita na sexta-feira, seguida por + 5,0% ontem. Os gastos do Google (-42%) estão no seu nível mais alto desde 14 de março e os gastos do Facebook atingiram uma média de + 21% nos últimos três dias.

ESSENCIAIS

As marcas Essentials têm um enorme dia de recuperação, com a receita subindo 60 pontos percentuais para + 272%. Os fins de semana continuam sendo favoráveis ​​a essa vertical, em particular, e essas marcas estão aumentando os gastos em conjunto para atender à demanda.

LUXO

As marcas de luxo registram três dias consecutivos em território de receita positiva, atingindo sua alta recente em + 9,1% ontem. Enquanto os gastos do Google caíram para -17% após atingirem -5,7% na quarta-feira, os gastos do Facebook atingiram uma alta recente em + 1,6%.

CPM do FACEBOOK

O IG Stories continua sendo o canal a ser aproveitado, com os CPMs permanecendo baixos em -35% em relação ao benchmark, enquanto os CPMs em todos os outros canais subiram nos últimos dias.

 

Fonte: Within – Retail Pulse

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Vendas totais do varejo registram alta de 23,3% na terceira semana de março, diz Nielsen Brasil

As vendas totais do varejo do Brasil apresentaram alta de 23,3% entre os dias 16 e 22 de março, na comparação com a semana anterior. O bom desempenho nas vendas neste período foi impulsionado pelas cestas de Commodities (+66,1%), Limpeza (+43,1%) e Mercearia (+34,5%). As informações são da Nielsen Brasil.

Esse crescimento é o reflexo da mudança no comportamento do consumidor brasileiro, que foi às compras para garantir os produtos para o período de restrições devido à Covid-19.

O levantamento, que mostra as vendas de aproximadamente 150 estabelecimentos de varejo de todo país (Autosserviço, Atacarejo e Farmácia), destaca que produtos como arroz, leite, feijão e açúcar responderam pelas melhores performances na cesta de Commodities, com variações de +93,7%, +71,6%, +100,9% e +59,9%, respectivamente. Todos os produtos que integram a cesta de Commodities tiveram expansão acima de 35%.

Produtos de limpeza

Destaques de vendas desde o anúncio do primeiro caso de Covid-19 no país, os produtos que integram a cesta de Limpeza seguem acentuando o faturamento do varejo nacional. As compras de álcool de limpeza foram 96,6% maiores nesta terceira semana de março versus à segunda, desinfetantes teve alta de 80,3%, água sanitária 54,4%, detergentes líquidos 52,2%, concentrados de limpeza 43,2% e sabão em pó 40,3%.

Mas o grande destaque no segmento de Limpeza, segundo a Nielsen, foi o aumento de 121,6% no volume de vendas de luvas, alta de 65,4% nas compras de produtos de máquina de lavar louça e panos de limpeza com expansão de 45%. De acordo Fernanda Vilhena, gerente de atendimento ao Varejo da Nielsen Brasil, isso mostra que a maneira como consumimos está em transformação.

“Neste levantamento, percebemos mudanças efetivas no padrão de consumo dos brasileiros. A primeira a se destacar é o crescimento significativo no volume de compras totais na terceira semana do mês, o que é atípico. Além disso, identificamos uma procura maior por produtos que antes não tinham grande participação nas cestas”, explicou Vilhena.

Alimentos

Com expansão total de 34,5%, a cesta de Mercearia mostra que as compras de massas alimentícias aumentaram 72,6% nesta semana, seguidas de peixes enlatados (69,7%), massas instantâneas (65,2%), molhos de tomate (59,9%) e vitaminas (56,4%). Neste segmento, o maior recuo foi para gomas de mascar, com queda de 24,7%.

A cesta de Perecíveis Industrializados cresceu 29,1% na terceira semana de março, resultado promovido pelas vendas de carnes congeladas (52,7%), pão de forma (38,8%), pão de queijo (67,1%) e massas para pizza congeladas (51,2%).

Com recuo de 6,2% em relação à segunda semana de março, a cesta de Bebidas mostra uma mudança no padrão das compras de produtos deste segmento. Segundo Fernanda Vilhena, houve neste período um aumento significativo nas vendas de sucos em pó (40,4%) e sucos concentrados (35,4%), evidenciando a preocupação do consumidor com um desembolso menor na aquisição de bebidas.

A cesta de Higiene & Beleza teve alta de 21,5%, com destaque para a venda de papel higiênico (76,1%), sabonetes (60,7%) e creme dental (45,4%). Neste mercado, a Nielsen identificou um crescimento de 134,7% nas compras de esponjas, escovas e toucas, e 46,2% nas vendas de lenços umedecidos, entre outros produtos.

Alta na venda de notebooks

Com as restrições de deslocamento e a adoção do trabalho em casa, o Brasil assistiu — a partir de 16 de março deste ano — uma maior busca por notebooks. O crescimento nas compras de produtos deste tipo foi de 112,4%, o volume é equivalente ao total comercializado na semana da Black Friday 2019.

“As mudanças no padrão do consumo do brasileiro vão além das aquisições de mantimentos para a casa, passaram a exigir uma preparação para o home office. Enquanto antes os aparelhos celulares e as TV eram as categorias que movimentavam a cesta de Eletrônicos, durante essa terceira semana de março verificamos que equipamentos para o trabalho e lazer em casa foram os grandes destaques positivos”, pontua Vilhena.

As vendas de consoles de jogos tiveram alta de 137,3%, jogos e periféricos 102,9%. Apesar do desempenho significativo destes produtos, a cesta de Eletrônicos apresentou recuo de 9% no período— pois TV e celulares são os itens de maior representatividade neste segmento.

 

A Nilsen vem acompanhando as mudanças no padrão de compras do consumidor causadas pela Covid-19, segundo eles, o e-commerce, que já apresentava um constante crescimento no Brasil, tende a ampliar sua importância durante e após a pandemia COVID-19. Ressaltando a necessidade de adotar uma estratégia adequada para o canal, de modo a aproveitar todas as oportunidades que se abrem perante o atual panorama.

Para mais informações sobre análises globais da Nielsen em relação à Covid-19, acesse este site.

Fonte: E-commerce Brasil e Nielsen Total Store Read – Mercado Moderno = Autosserviço + Cash&Carry + Farma Cadeia | 09/Mar a 22/Mar | Nielsen Brasil.

e-commerce

Novos padrões de consumo: Já considerou ter um e-commerce?

A forma que seus clientes realizam compras mudou. E muitas empresas ainda não consideraram ter um e-commerce.

Em alguns casos, as empresas que consideraram a possibilidade se amedrontaram com o receio de montar um e-commerce que concorra com a loja física.

Se você tem uma empresa física que ainda não faz vendas online, está perdendo um grande público. E por isso mesmo, estamos aqui para passar algumas informações sobre ter um e-commerce!

O momento de ter um e-commerce é agora

Uma dúvida muito recorrente é se, vale a pena realizar esse investimento que em geral é inicialmente alto. 

Afinal, para abrir seu e-commerce é preciso ter um bom site, com design interessante, fotografias de todos os produtos, descrições e todo um trabalho.

Para responder essa dúvida é interessante olharmos uma pesquisa realizada pelo Google em 2016. Segundo a pesquisa, 27 milhões de pessoas iriam fazer a primeira compra online entre os próximos 5 anos, ou seja, até 2021.

E ainda segundo a pesquisa, o crescimento médio das lojas virtuais seria de 12,4% ao ano até 2021. Dois dados que são muito reveladores e que indicam um mercado em constante expansão. O momento ideal para ter um e-commerce é agora mesmo!

E o cenário se confirmou?

Em 2019 o e-commerce brasileiro teve um crescimento de 12% segundo pesquisa divulgada pela Ebit/Nilsen. Somente contabilizando o primeiro semestre do ano, comparado ao ano anterior.

E com a expectativa de manter o crescimento do setor no ano de 2020. Sendo projetado o aumento de 21,3% nas vendas do varejo em e-commerce para 2020, segundo dados do Crunchbase.

E quem pensa que a pandemia de covid-19 vai parar esse setor, se engana! O crescimento estimado pode até mesmo ser ultrapassado graças ao período de afastamento social. Que é um fator motivador para o aumento das compras virtuais.

Tendo em vista a necessidade de ficar em casa para proteger a própria saúde e da família. O esperado é que o setor se mantenha aquecido o ano inteiro.

Uma vez que é natural que as compras feitas pessoalmente, migrem para o cenário online. Prova disso é o crescente número de supermercados e restaurantes disponibilizando seus produtos por meio de apps como o Ifood.

Além disso, é interessante observar que, as pessoas que não possuem o hábito de comprar online se veem motivadas a realizar a primeira compra por causa da necessidade de estar em casa.

O que faz com que, essa pandemia se torne uma oportunidade para os negócios que estão disponíveis online. De maneira a entregar uma boa experiência para o consumidor e com isso, fidelizar o público.

Portanto, o novo padrão de consumo que já era uma realidade com a qual as empresas precisavam lidar, passa a ser ainda mais importante de ser considerado nesse cenário. 

E aproveitar esse momento para estreitar relações com seu público é uma forma de manter as vendas em meio à crise. Entregando mais que produtos, mas também o conforto de estar protegido em casa enquanto consome o que precisa com a facilidade de comprar e receber em poucos cliques.

E quando a quarentena acabar, meu e-commerce vai concorrer com a loja física?

Muito embora esse pensamento seja muito comum, na realidade não é o que acontece. Os consumidores omnichannel tendem a ser mais fiéis segundo dados da mesma pesquisa.

A pesquisa revelou que na prática, esses consumidores gastam até 40% mais que aqueles que só possuem contato com a empresa por um canal.

O consumidor omnichannel é aquele que tende a ser mais fiel à marca e acaba disseminando seu amor pela empresa, fazendo propaganda boca a boca.

É óbvio que você terá que investir em marketing para ter sucesso com seu e-commerce. Fazer propaganda sempre é a alma do negócio.

No entanto, ao invés de fazer com que sua loja física e a loja virtual concorram entre si, você estará investindo em abranger um público maior. Aumentando exponencialmente o seu potencial de vendas.

Inspire-se no sucesso de outras empresas

A Magazine Luiza é uma rede varejista conhecida no país inteiro. A empresa tem em seu DNA o desejo por inovar, o que levou a Magazine Luiza a ter uma expansão incrível.

Atualmente, cerca de 30% das vendas da marca são geradas no âmbito digital e as lojas físicas permitem interação com o site da empresa.

A marca criou as lojas virtuais em terminais multimídias que vendiam dentro das lojas físicas em 1992. E o e-commerce da marca veio em 1999. Em 2020 a empresa colhe um grande lucro desses investimentos que mudaram a forma como o cliente compra com a marca e como enxerga a Magazine Luiza.

Sendo a empresa um dos maiores cases de sucesso do e-commerce brasileiro. Sempre com investimento em inovação e publicidade.

E atualmente, com a crise do covid-19, a empresa vem se dedicando a passar confiança aos seus clientes. Sempre reforçando a mensagem de que estão tomando todos os cuidados de higiene e garantindo a saúde dos clientes e dos funcionários.

Portanto, se em 2020 você continua com dúvidas sobre abrir seu e-commerce e expandir seu negócio, não perca mais tempo, o momento é agora.

Mesmo sendo uma área que já é explorada por muitas empresas, o e-commerce bem executado e que entrega uma boa experiência para o cliente é positivo para o seu negócio.

Possibilitando um aumento expressivo de suas vendas, porque com a internet é possível vender 24 horas por dia durante todos os dias do ano. Independentemente de pandemia ou qualquer outro problema.

Profissionalismo no e-commerce

Por último, queremos te lembrar da importância de ter profissionalismo com sua loja virtual. O design que passa credibilidade é muito importante para incentivar as vendas.

Além disso, as fotos precisam ter qualidade, assim como as descrições do produto precisam ser feitas de maneira que incentive a compra.

Ter um e-commerce requer um investimento que seja capaz de cuidar de todos esses detalhes para entregar uma excelente experiência para seus clientes.

Se você acha que chegou o momento de fazer esse investimento em sua empresa, entre em contato conosco!

Nós da Multiplica Digital temos a equipe completa para te auxiliar a criar seu e-commerce do zero. Garantindo um resultado muito satisfatório para você, sua equipe de trabalho e todos os clientes que se beneficiarão das compras online.

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E-mail marketing, vale a pena?

Com o uso cada vez mais frequente de plataformas como o WhatsApp e Instagram para se comunicar com seus clientes, o e-mail marketing ainda vale a pena?

Essa dúvida é muito comum porque várias plataformas de comunicação já deixaram de existir, caindo no esquecimento.

É o que aconteceu com o MSN, Orkut e pensando nisso, será que ainda vale a pena incluir e-mail marketing em sua estratégia de comunicação?

O e-mail ainda é efetivo?

Sim! A grande maioria das pessoas ainda utiliza um e-mail corporativo ou até mesmo seu e-mail pessoal para fazer contatos de negócios.

Segundo pesquisa da Hubspot, 80,8% dos entrevistados leem seus e-mails em dispositivos móveis. E segundo a Pew Research 61% dos adultos utilizam e-mails todos os dias. 

Ou seja, uma grande fatia dos consumidores continua com o hábito de ler os e-mails que recebe. Só que agora ao invés de fazer isso preso a um desktop, o hábito foi transferido para a leitura via mobile.

O que revela a necessidade de adaptar o formato do seu e-mail marketing para que ele seja interessante para ser lido no celular.

Além disso, nesse período onde há uma chuva de informações, uma mensagem direta para seu cliente pode ser muito mais efetiva.

Adapte sua estratégia

A comunicação através de e-mail marketing é eficiente quando está inserida em uma estratégia. Lotar a caixa de entrada de seus clientes de e-mails não é a melhor maneira de se comunicar.

Sempre que a sua empresa tem um lançamento de produto, por exemplo, é uma boa ideia enviar um e-mail informando seus clientes.

No e-mail, utilize uma boa imagem ilustrativa de seu produto e conte um pouco a respeito dele. O ideal é usar um texto persuasivo, que faça o cliente querer conhecer o item lançado.

Ser informado que o lançamento ainda vai acontecer também é interessante, porque ajuda a gerar expectativa sobre o produto.

Mas é muito importante nesses casos, que o cliente encontre o produto nos pontos de venda quando procurar no dia do lançamento. Caso contrário, o cliente pode ficar frustrado e com isso, a marca perde vendas.

Newsletters

Que tal informar seus clientes sobre as novidades que estão acontecendo em sua empresa? Ou quem sabe, engajar seus clientes sobre determinados assuntos, novos serviços ou produtos?

Um e-mail marketing no formato de newsletter é uma das melhores maneiras de fazer isso. A prática é bem comum e seu uso é bastante estratégico no marketing de conteúdo.

Portanto, é uma boa opção para incrementar sua estratégia de divulgação de conteúdos relevantes para a sua marca. De modo que os clientes possam conhecer todas as informações que são relevantes para a empresa.

Não se prenda só ao e-mail

Muito embora a gente já saiba que o e-mail marketing continua sendo uma forma de comunicação eficiente entre sua empresa e o público, é preciso montar uma estratégia de completa. 

De modo que sua empresa tenha vários canais de comunicação com os clientes e assim, seja possível estabelecer vínculos. Ter um relacionamento com seu consumidor é um dos principais objetivos de qualquer empresa.

Tendo em vista que isso impacta positivamente nas vendas e em muitos outros fatores relevantes para o sucesso do seu negócio. Afinal, um cliente que se sente ouvido e valorizado tende a ser fidelizado com maior facilidade.

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Para que e quando devo criar um app?

Se você já tem um negócio e ainda não tem um app, saiba que ele pode ser uma solução para melhorar o funcionamento de sua empresa.

Seja aumentando as vendas, divulgando sua marca para o consumidor ou possibilitando um relacionamento mais próximo, o app é um bom investimento para sua empresa.

De modo que o cliente tenha uma boa experiência com o aplicativo e isso impacte positivamente na imagem da sua empresa. Uma vez que a boa experiência virtual aproxime o cliente de sua empresa e com isso, ocorra fidelização.

Apps solucionadores

Um app deve ofertar ao cliente uma boa experiência, tendo um uso prático e que facilite alguma atividade de seu cotidiano.

Por exemplo: um app de um shopping, que concentra informações sobre as lojas disponíveis no shopping, que oferta entrega de produtos e que oferece praticidade. Este é um app que certamente terá sucesso no mercado. 

Tendo em vista que ele se torna um facilitador no cotidiano do usuário. Possibilitando que em poucos cliques esse usuário tenha acesso a tudo que precisa.

O que justifica fazer o download do app e mantê-lo no aparelho. Portanto, o ideal é que o app seja pensado para ter a função de solucionar e facilitar as questões de seu cliente.

Tenha atenção às oportunidades de mercado

Outro aspecto muito importante é ter atenção às oportunidades que o mercado vem oferecendo. O Brasil é um país com ampla quantidade de usuários de internet e smartphones.

Com tantas pessoas conectadas, os apps que oferecem uma boa experiência tendem a ser sucesso no mercado.

Por isso, muitas empresas já nascem como um app. Visando solucionar alguma questão percebida como necessidade comum do dia a dia.

Um bom exemplo de um app que soluciona e que faz parte da rotina de muitas pessoas é o Ifood. O aplicativo de entrega de comida reúne em um só local vários restaurantes, possibilitando facilidade na hora de fazer uma refeição.

Confiável, o aplicativo se tornou um sucesso no mercado brasileiro. Porque une a facilidade de uso, com interface intuitiva ao entendimento das necessidades do mercado. Ao oferecer uma comodidade, o sucesso do app é garantido.

Escolha bons profissionais

Independentemente de qual seja o objetivo da criação de seu app, é importante escolher bons profissionais para a criação.

A Multiplica Digital possui equipe completa de profissionais para desenvolver o seu aplicativo. Sempre pensando na desburocratização desse processo e em oferecer a melhor experiência para o seu usuário.

Porque ao investir na criação de um app, além de pensar quais serão as funcionalidades é preciso se preocupar também com a usabilidade.

Ou seja, que o app seja intuitivo e fácil de usar, tendo um visual interessante e agradável para o usuário. Esse cuidado garante que o app seja mais bem aceito, uma vez que ao ser baixado a experiência de uso já começa com facilidade.

Quando a interface não é simples e moderna, a tendência é que a dificuldade de usar desmotive o usuário. E com isso, o número de usuários não sobe, fazendo com que o investimento inicial não oferte o retorno esperado.

Portanto, é muito importante que todos os aspectos que envolvam o desenvolvimento do app sejam bem elaborados. De forma que os resultados obtidos após o lançamento sejam tal qual o esperado. Para que o app faça sucesso e traga retorno desejado para a sua empresa. 

Existe um momento ideal para criar um app?

A criação do app costuma partir de uma necessidade. Em geral, o momento ideal é quando a empresa percebe essa demanda de mercado e tem possibilidade de investir.

Porque não basta apenas criar o app e lançar sem que ocorra um planejamento e divulgação do seu app. Afinal, é preciso que as pessoas saibam que ele existe para que tenham curiosidade e desejo de baixar.

Portanto, não basta apenas desenvolver seu aplicativo, o ideal é que ele esteja dentro de um contexto estratégico para o seu negócio.

Por isso, é interessante observar se de fato existe disponibilidade para tal investimento e fazê-lo com consciência e profissionalismo. De forma que o trabalho final seja excelente e com isso, traga bons resultados para o seu negócio.

Se você acha que chegou o momento de fazer esse investimento em sua empresa, entre em contato conosco!